terça-feira, 2 de abril de 2013

Viajando na Academia

       Estava eu hoje sofrendo na academia, correndo na esteira e encarando meu maior inimigo nessas horas: o relógio. O tempo não passa nunca, não vejo a hora de terminar os minutos estipulados e sair de lá. E o pior é que nada me entretém por ali por muito tempo. A TV geralmente tá passando uma coisa não muito interessante e com o som baixo, a música ambiente geralmente é uma dessas estilo baladinha que não me agradam, as pessoas em volta são entediantes, preocupadas em exibir seus corpinhos malhados.
    Daí recorri para a minha técnica estratégica: cantar mentalmente músicas do Pedra Leticia, de cabo a rabo, sem olhar no relógio. E, mais uma vez, funcionou! Quando resolvi checar, já tava na hora de apertar o botão que para aquela máquina de tortura.
   Daí logo pensei “Valeu, galera! Cês são meus personal trainers particulares”. Na sequência já me veio a chamada de uma matéria fictícia falando sobre isso. Aí resolvi transcrever aqui pra vocês.

Pedra Letícia: de músicos a personal trainers




       A banda Pedra Leticia ganhou mais uma utilidade para as suas músicas: o estímulo ao exercício físico. A banda goiana, atuante no gênero no rock, possui composições bem humoradas que agradam a maioria daqueles que as ouvem, mas elas podem servir para mais do que simplesmente entreter.
    
    Estudos comprovam que ouvir músicas da banda pode ajudar no desempenho daqueles que frequentam a academia. A pesquisa foi feita pela APEA - Associação das Pessoas Entediadas na Academia e contou com a ajuda de voluntários que testaram essa teoria.

    Após analisar as reações de alegria e euforia que os fãs da banda apresentavam ao ouvir suas composições, pesquisadores resolveram testar esse estímulo para melhorar e incentivar o desempenho na prática de exercícios físicos.

    “Muitos acham chato o fato de terem que cumprir tempos estipulados em alguns aparelhos, como a esteira, por exemplo. Decidimos então unir o útil ao agradável: ouvir música boa e controlar a ansiedade para que certas tarefas sejam finalizadas”, diz a pesquisadora Creuza da Silva. “Quem ganha com tudo isso é a saúde”, completa.

    O resultado não poderia ser mais positivo. Uma das voluntárias e fã da banda, Ana Carolina Souza, relata que a experiência foi um sucesso desde a primeira vez em que testou. “Eu me concentrava em cantarolar as músicas em minha mente, tentando reproduzir com riqueza de detalhes os instrumentos e backing vocals, sem esquecer nenhuma parte das letras. Foi ótimo! Consegui completar minha corrida sem ficar olhando toda hora no relógio. O tempo passou realmente rápido!”, conta a garota, satisfeita.

     Além da melhora da relação tempo-exercício, foi observada também uma melhora no desempenho de alguns voluntários, como no caso de Rosiclér dos Santos. “Preciso estar sempre em forma por causa do meu trabalho. Com as músicas do Pedra Leticia, consegui alcançar este objetivo e ainda me sobra energia para as tarefas extras”, conta, sorridente.

   A indicação para essa “musicoterapia” é a de que seja utilizado um tipo de música para cada ocasião. Recomenda-se que, nos momentos de atividades mais aceleradas, como a corrida, o praticante ouça uma música que acompanhe o ritmo e sirva de estímulo. Vale ressaltar que o estímulo pode vir tanto do ritmo quanto da letra, ou das duas coisas combinadas (“mas meu amor me pediu pra dar duas sem tirar...”). Nos momentos mais light, como nos alongamentos, o praticante pode mentalizar músicas mais lentas e suaves, como “Candelabro na sala de estar”.

    A pesquisadora Creuza ainda dá uma dica para aqueles que não gostam de frequentar a academia. “Para aqueles que preferem fazer exercícios fora da academia, como caminhar e andar de bicicleta, o resultado também é positivo”.

     Que bosta, né, gente? O jornal ou revista que vincularia essa matéria não teria crédito nenhum, haha.  
    E a minha dica pra mulherada é: quando aquelas meninas extremamente gostosas e irritantes passarem por você, mentalize “Que você se” e ria internamente imaginando ela se estrepando um pouco. (Nada de mais, galera!  É só por diversão, não desejemos o mal às coleguinhas!)

É isso aí entonces.
Beijo, galera!

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