terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Repaginada

Fala, galera! (cri... cri... cri...)

Hehe, cá estou eu de novo (essas postagens estão cada vez mais espaçadas, não? Geez!). Dessa vez, vim para esclarecer uma coisa.

Esse blog foi criado sem pretensão alguma e continua sendo. É mais um backup de pensamentos que vão me ocorrendo.

No começo, era pra ser só sobre cosas positivas e lindinhas da vida (como o próprio nome "Positive Vibes" já diz). Mas a gente vai virando gente grande e sendo engolida por esse mundo e acaba percebendo que nem tudo é feito de coisas felizes.

E eu percebi também que eu não escrevo apenas sobre coisas felizes. É natural do ser humano ter seus momentos de desilusões, stress, raiva, essas coisas não tão boas e nem tão nobres.

Entretanto, não queria largar esse blog. Não que ele fosse super lido ou algo assim, mas é que eu gosto dele (apesar de estar semi-abandonado).

Então, resolvi mudar a proposta. Aqui agora vão ser postados pensamentos meus, minhas "Carolices", como costumo nomear meus devaneios para mim mesma.

Nem sempre serão coisas que refletem a minha vida, às vezes são apenas um outro eu (e eu tenho vários
"eus", podem acreditar!), ou qualquer bobagem que me ocorra e que eu queira escrever. Ainda não mudei o domínio por falta de criatividade, mas já já será outro.

Combinado, então?

Então tá. Sintam-se à vontade para ler (ou para desistir e fechar a janelinha do navegador). :)

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Back in white


Muito tempo sem postar aqui. Eu sei que quase ninguém lê, mas mesmo assim, me sinto impelida a justificar a ausência. É que eu estava ausente de mim mesma.

É que às vezes a vida prega peças na gente. Quando achamos que o passado estava enterrado, somos surpreendidos com a revelação de que estávamos enganados, como um tapa na cara, sutil, com luvas de pelica. Daí você se toca que ele nunca foi enterrado, que sempre estava lá. E se deixava aflorar no momento em que seu inconsciente tem controle total de seus pensamentos: o sonho.

Os sonhos, onde alegria se misturava com tristeza, pesar, saudade, sempre te mostraram que aquilo não estava acabado, que você estava lutando em vão contra um sentimento que cravou suas raízes profundas e impiedosas no coração.

E você começa a perceber que talvez não precise simplesmente teimar em sufocá-lo e ignorá-lo como se não existisse, ou como se fosse um mosquito chato que teima em rodear você. Você percebe que talvez (talvez!) a melhor solução seja tentar conviver com ele, adaptando-o à sua nova realidade. Aceitar que as coisas jamais poderão voltar a ser como foram um dia. Que o riso espontâneo e o som que sai da garganta têm que ser reprimidos pois há novos valetes no comando - just watching you.

E você agora sorri com seu segredo, sendo seu cúmplice. É bom voltar a ser eu mesma, mesmo que à paisana.